Vou começar pelo que normalmente fica escondido: este site foi escrito com IA. O texto que você está lendo passou por ela. As decisões, não. E é exatamente essa divisão que eu quero mostrar, porque ela vale para todo o meu trabalho, não só para o site.
Como funciona, de verdade
Eu trabalho com agentes de IA em fluxo real, não em demonstração. Neste projeto, por exemplo, um agente planeja e escreve tarefas, outro executa código, e os dois conversam por arquivos versionados no repositório, com as decisões registradas por escrito, com data e motivo. No filme que fiz para um cliente, as cenas foram gravadas numa farmácia com celular e refeitas com IA para elevar o acabamento. No Empretec, coloquei um produto digital no ar em poucos dias, com site, checkout e área do aluno, usando IA em todas as etapas em que ela acelera sem decidir.
Repare no padrão. A IA escreve a primeira versão, gera a variação, executa o repetitivo. Sobra para mim o que sempre foi o trabalho: definir o problema, escolher a direção, descartar o que não serve e assinar o resultado.
Onde ela não entra
Três lugares, e não abro mão de nenhum.
A decisão. IA sugere caminhos; quem escolhe, com nome e reputação em jogo, sou eu. O gosto. Vinte e três anos de direção de arte não viram prompt; o olho que aprova ou reprova continua sendo humano. E os fatos. Nenhum número neste site foi gerado; ou é verificável, ou está escrito "sem métrica pública". IA erra com confiança, e a resposta para isso não é não usar, é nunca publicar sem conferir.
Por que contar isso
Porque esconder seria incoerente. Eu vendo exatamente isso: usar tecnologia do jeito certo para resolver problemas de negócio. Não vendo milagres. Ensino e aplico o uso de IA do jeito certo para colher resultados, como eu colho. Se a ferramenta é boa o bastante para o trabalho dos meus clientes, é boa o bastante para o meu, às claras.
Se você quer isso no seu negócio, um processo mais rápido sem abrir mão de quem decide, é sobre isso que eu gosto de conversar.