
Passei vinte anos dirigindo arte. Depois fui aprender a construir o que eu desenhava.
Comecei em 2003, na comunicação visual, quando arte-final ainda era coisa física. De lá pra cá passei por agências de médio e grande porte, me especializei em branding e levei o design para o movimento: trabalhei em produtoras como diretor de cena, diretor de fotografia e produtor, e tive a minha própria, a Case Videos, atendendo empresas, entre elas a multinacional FMC.
Em 2024 voltei para Olímpia e fui estudar o outro lado do ofício: desenvolvimento de software, na FATEC. Não como curiosidade, mas como a segunda metade do mesmo trabalho. Em 2025 comecei a construir o Orbinote, uma plataforma acadêmica que hoje está em produção. Marca, produto, código, agentes de IA, pagamento e lançamento, tudo feito por mim.
Hoje trabalho nas duas pontas ao mesmo tempo, com estudo focado em IA: harness de agentes e automação das tarefas do dia a dia. Resolvo problemas de negócio com design, código e automação, juntos ou separados, de Olímpia para qualquer lugar.
Trajetória
Comunicação visual
Começo do ofício, na virada do analógico para o digital, quando arte-final ainda era coisa física.
Agências e branding
Do design gráfico à direção de arte, em agências de São José do Rio Preto e Campinas: Upsigns, Cia Interativa e M51.
Case Videos
Produtora própria, atendendo empresas, entre elas a multinacional FMC.
Audiovisual
Diretor de cena, diretor de fotografia e produtor, do estúdio ao setor público. Edição, motion e 3D: o design em movimento.
De volta às agências
Criativo na BASE3 e diretor de arte sênior na Hagens, remoto. O ciclo das agências fecha aqui.
A virada
Volta a Olímpia e entrada em software: Desenvolvimento de Software Multiplataforma na FATEC.
Orbinote
SaaS próprio, do zero ao ar: marca, produto, agentes de IA, pagamento e lançamento. Em produção.
As duas pontas
Direção de arte e tecnologia, juntas: problemas de negócio resolvidos com design, código e automação.
Marcas que atendi em agências e produtoras, como diretor de arte.






A tese
Marca sem sistema não escala. Sistema sem marca não convence. Os dois juntos valem mais que a soma.
Quem desenha e constrói corta a tradução entre o que a marca pede e o que o sistema entrega. É nessa passagem que os projetos costumam morrer.
Formação e reconhecimento
FATEC Olímpia · Desenvolvimento de Software Multiplataforma
Tecnólogo, desde 2024. O lado formal da virada para software.
1º Hackathon da Prefeitura de Olímpia
3º lugar, com um bondinho temático do folclore ligando os turistas aos pontos históricos da cidade.
Empretec · Sebrae-SP
Seminário intensivo com metodologia da ONU, 60 horas. De dentro dele saiu a T4P: empresa real, 2º lugar entre 10.
Ideathon da Prefeitura de Olímpia
Orientador das equipes na última edição.
Com o que eu trabalho
Design e imagem
Suíte Adobe completa, do design gráfico ao vídeo e à animação. Blender para 3D, DaVinci Resolve na finalização.
Código e produto
Next.js e Astro na web, Remotion para motion feito em código, deploy em VPS com Coolify.
IA e automação
Agentes de IA em fluxo de trabalho real: harness, automação de rotinas e as ferramentas pequenas que devolvem horas da semana.
Hoje
Marca e produto digital pensados juntos, não um depois do outro.
Processos manuais que comem a semana do negócio e cabem em software pequeno.
Relações longas: sociedade, parceria ou uma posição onde as duas pontas valham.
Peça avulsa sem problema de negócio por trás.
Gestão de redes sociais e tráfego pago.
Projeto sem um interlocutor que decide.